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Mostrando postagens de dezembro, 2020

Desenhos do Objeto

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Olá! Para poder complementar o nosso trabalho de fotografia, tivemos que desenhar o nosso objeto. Aqui estão os meus.  

Objeto II - Luz e Sombra - Entrega Final

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 Olá! Para encerrarmos esse trabalho, trouxe as fotos finalizadas. 

Objeto II - Luz e Sombra

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Olá! A tarefa desse fim de semana foi fazer outro objeto de papel e realizar um pequeno ensaio fotográfico dele, utilizando como inspiração os fotógrafos pesquisados. No meu caso foram a Annie Leibovitz e o Henri Cartier-Bresson, dois fotógrafos bem diferentes em alguns sentidos. Gostei do resultado, percebi uma melhora de 1000% do último trabalho, o que é bom! Espero que gostem também. 

Conhecendo Annie Leibovitz

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Vida e Carreira  Anna-Lou, ou Annie, nasceu em 1949 e, atualmente, é uma fotógrafa estadunidense que começou a se interessar pela arte da fotografia ao após uma viagem para visitar sua família. Mas, sua vida artística começou definitivamente no final da década de 60. Annie Leibovitz - Imagem de t2.gstatic - (01)  Em 1970, começou a trabalhar na revista Rolling Stone e três anos depois foi nomeada chefe da fotografia da revista, ajudando na criação do estilo da revista.   Ao longo de sua carreira, Leibovitz publicou seis livros sobre fotografia e já recebeu inúmeros prémios, como Clio Award. Atualmente, Annie é considerada uma das melhores e mais famosas fotógrafas da América inteira, já tendo registrado por suas lentes diversas celebridades e presidentes. Estilo Fotográfico  Annie possui uma técnica singular para fotografar, todas as suas fotos apresentam um caráter mais intimista e são planejadas do início ao fim. As fotografias são super roteirizadas e en...

Conhecendo Henri Cartier-Bresson

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Vida e Carreira  Henri (1908 - 2004) foi um francês, que viveu sua vida como fotógrafo, fotojornalista e desenhista. Nasceu em uma família de classe média e se interessou pela fotografia desde criança, quando ganhou uma câmera de presente. Cartier começou a vida artística através da pintura, ao ir estudar em Paris, tendo contato com muitas obras e publicações surrealistas. Porém, Henri acabou abandonando os estudos após dois anos.  Henri Cartier-Bresson - Imagem de "Observador" - (01)  Cartier acabou descobrindo verdadeiramente a arte da fotografia em uma viagem feita à África, onde passou um ano como caçador. A fotografia que inspirou Henri foi a “Três Rapazes no Lago Tanganica” do fotógrafo húngaro, Martin Munkácsi.  Em 1947, Cartier fundou uma agência fotográfica, denominada de Magnum, juntamente com Robert Capa, George Rodger e David Seymour "Chim". Nessa etapa se iniciou o desenvolvimento mais sofisticado do trabalho do artista. Assim, revistas famosas, como Li...

Objeto I - Luz e Sombra

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 Olá! A tarefa dessa quinta-feira foi criar um objeto abstrato e com isso analisar qual o formato e estilo de sombras ele iria ter. A parte importa da tarefa não era o objeto, mas sim sua sombra e a fotografia tirada dele. Criei, através de cortes, dobraduras e colagem, o objeto abstrato, que não poderia ser um formato específico, deveria não seguir nenhuma linha de constância.   Para a realização das fotos, utilizei luz natural, com uma barreira criada pela cortina transparente, e luz artificial, feita com um abajur comum. Para a fotografar utilizei a câmera do celular. Após isso, nos dividimos em grupo e começamos a debater as formas e maneiras diversas que foram utilizadas para a criação dos objetos e das fotos. A partir dessa discussão elegemos os dois projetos que foram produzidos de formas mais distintas uma da outra. A Jade, que criou o projeto da esquerda, utilizou métodos como corte e colagem, além de dobrar e amassar o papel para dar uma leve textura. Além disso...

Inclusão do Objeto no Texto "Animação Cultural"

[...] No fundo, a nossa Revolução não passa de inversão da relação "homem-objeto". Em vez de funcionarmos em função da humanidade, esta passa a comportar-se em função do nosso próprio funcionamento. Passamos nós a ser os animadores e apoiadores da humanidade. É em função de mesas, tijolos, lâmpadas elétricas, aparelhos de TV e bichinhos de pelúcia que a humanidade vive, isto e: é em função de nós, os objetos, que a humanidade e animada. A nossa função, os objetos, é animar a humanidade, programá-la. Ainda assim, a humanidade necessita de apoio, de estímulo, tanto afetivo quanto emocional, constante para que mantenha ativa e desperta para sentimentos e emoções. A humanidade está cada dia mais dependente de nós, e assim nos tornamos seus amuletos e peças chaves para criação de vínculos. Se tivermos plenamente nos conscientizado dessa nossa função, fundamentalmente filantrópica, teremos levado a nossa Revolução até a sua gloriosa meta. "Animação cultural e Apoio emocional e...

A Revolução dos Objetos

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Uma perspectiva diferente, com um novo olhar... Foto do Objeto Fina, a Gatinha de Pelúcia Desenho do Local do Objeto Desenho da Visão do Objeto Desenho do Objeto  

Por que Arquitetura e Urbanismo?

 A pergunta é meio específica demais para ser respondida. Seria como responder o porquê dos macacos gostarem de banana e os peixes não viverem na terra. Simplesmente é assim e não se contesta.  Sim, já tive meus devaneios. Quis ser veterinária, quando, aos meus 5 anos, pensei que, por gostar muito do meu cachorro, seria uma profissão incrível. Como podem ver, percebi, não tanto tempo depois, que não preciso trabalhar com animais para gostar deles. Em outro momento tenebroso da minha vida cogitei cursar Engenharia Civil, mas alguma entidade divina me instruiu a continuar com o sonho de criança. Meus familiares e colegas sempre souberam que eu seguiria algo do gênero, estava enraizado em mim, estampado na minha cara.  Então, tentando seguir o caminho dos meus sonhos, cursei o Técnico em Edificações no Centro Federal de Educação Tecnológica. Não vou mentir, resolvi entrar com o pensamento de: "se eu não gostar da área, terei perdido 3 anos, e não 5", mas acabei me apaixonand...

Apresentação

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 Olá! Meu nome é Ana Júlia, tenho 18 anos e estou cursando o primeiro período Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Minas Gerais. Nasci e cresci em Belo Horizonte, mas a minha família é de Diamantina. Sou filha única por parte de mãe e tenho duas irmãzinhas por parte de pai. Sou apaixonada por livros e adoro um filmezinho. Costumo escutar as mesmas músicas mil vezes quase todos os dias até enjoar e sou do time que funciona melhor na parte noturna do dia. Também prefiro exatas do que humanas, além de ser muito organizada e um pouco teimosa. Espero que vocês me acompanhem nessa jornada através deste blog. Com carinho,  Ana Júlia Freire César.